Publicações


Preço 5,05€

À venda na Livraria Municipal
O nosso caso
Conversas e outros textos em volta de um certo cinema português
2007
De Janeiro a Junho de 2006 a Videoteca Municipal de Lisboa desenvolveu o ciclo LER CINEMA a partir da série de seis episódios O Nosso Caso realizada por Saguenail e Regina Guimarães, com produção da Hélastre e da Fundação Calouste Gulbenkian.
A série remexe intimamente no cinema português do “último quartel do século XX”, remontando em volta de seis problemáticas, planos, imagens, sons desse mesmo cinema. Perguntando “o que há de português no cinema português?”, Regina Guimarães e Saguenail oferecem a possibilidade de uma viagem por um cinema desconhecido, por vezes maldito, propõem um mergulho e uma análise de uma cinematografia e da sua relação com a cultura, a sociedade, a política do país onde foi criada.
A Videoteca aceitou a proposta apontada por este Nosso Caso, e durante uma semana por mês programou cada um dos episódios e os filmes que nele estavam remontados, fechando a semana com uma conversa em que os realizadores e alguns convidados conversavam sobre o tema específico proposto pelo episódio, e sobre o cinema por ele convocado.
O livro Ler Cinema: O Nosso Caso é a memória deste ciclo. Um livro que junta as conversas tidas ao longo desses seis meses em que participaram Regina Guimarães, Saguenail, José de Matos-Cruz, Helena Buescu, João Queiroz, Vítor Silva Tavares, João Mário Grilo, Rui Tavares, Eduarda Dionísio, Alberto Seixas Santos, José Bragança de Miranda. E ainda outros textos construídos a partir do visionamento da série, que propõem novas leituras sobre o mesmo corpus fílmico.



Preço 8,08€

À venda na Livraria Municipal
Animação Portuguesa
2004

 “(…) comecei a pressentir que a animação é mais um meio do que um fim. Um meio para quê? Para descobrir, compreender e interpretar o mundo.” (José Manuel Xavier, no texto de introdução)


O cinema de animação não pode ser só relatado, a sua história só é perceptível se acedermos também aos seus traços. E este livro, com extrema sensibilidade e dinâmica, consegue fazer-nos viajar pelas cores, formas e movimentos animados pelos criadores portugueses. E, por isso mesmo, torna-se um objecto de imagens tão fortes quanto as suas palavras – poderia ser de outra forma, um livro sobre animação?
Como noutras edições da Videoteca a história é aqui tornada “viva”, contada na primeira pessoa por aqueles que a fizeram. Ilda Castro reúne conversas com os autores do cinema de animação português, conseguindo traçar o discurso na primeira pessoa do singular a partir dos seus pioneiros em Portugal nos anos 60 do século XX com Mário Neves, Servais Tiago, Artur Correia e Ricardo Neto, e conduzindo esse percurso até à primeira década do novo século com Abi Feijó e Regina Pessoa, Paulo Cambraia, Mário Jorge, António Costa Valente, Nuno Amorim, Humberto Santana, José Miguel Ribeiro e Zepe. António Gaio, Hernâni Barrosa e Vasco Granja são também presenças incontornáveis desta estória. A introdução é de José Manuel Xavier que num tom pessoal, nos dá de uma assentada uma visão da história da animação portuguesa (que se confunde inevitavelmente com o seu próprio percurso nela), desde os primeiros desenhos para a publicidade durante o Estado Novo, até à criação posterior mais essencial, livre. Desde logo neste texto se abre esta arte ao território do fílmico por excelência – retirando-a dos limites mui dignos mais redutores do cinema infantil – mapeando-a no campo do cinema, de que o movimento – se calhar mais do que a imagem – é o objecto.

Este é o segundo de uma trilogia de registos orais dedicada ao Cinema Português, realizada entre 1999 e 2004, que se completa com Curtas-Metragens Portuguesas [conversas com…], (1999) e com Cineastas Portuguesas 1874-1956 [conversas com…], (2000). Esta publicação foi editada por ocasião de uma mostra retrospectiva da História do Cinema de Animação em Portugal, com a exibição de 28 curtas-metragens de animação realizadas entre 1923 e 2004 – que decorreu na Cinemateca Portuguesa e para a qual contámos com a inestimável colaboração da Cinemateca/ANIM.



Preço 5€

À venda na Livraria Municipal
CINEASTAS PORTUGUESAS 1874 – 1956
2000

Ao longo da História do Cinema Português raras mas fortes, foram as presenças femininas, que irromperam um mundo maioritariamente masculino, com um ímpeto que está depois declarado nas suas obras.
O livro “Cineastas Portuguesas 1874 – 1956” reconstrói a história de um grupo significativo dessas mulheres, tornando-a viva através da recolha dos seus testemunhos. São histórias de passagens inesquecíveis pelo cinema português – como Noémia Delgado com “Máscaras” e Manuela Serra com “O Movimento das Coisas”, ou de cineastas que ainda hoje prosseguem na realização, como Margarida Gil ou Solveig Nordlund.
Partindo do lugar das mulheres no cinema português – não só cineastas, como trabalhadoras de outras áreas – o som, a distribuição –, o livro permite uma análise do invólucro social deste cinema mas ao mesmo tempo, não se reduzindo a essa questão de género, permite aceder a uma franja da história da criação cinematográfica, permite perceber processos de trabalho e preocupações daquelas que encorparam o cinema português durante o período visitado. São histórias de personagens fortes que num determinado momento deixaram a sua impressão no cinema português, em conversas que Ilda Castro orienta, privilegiando sempre o espaço de liberdade para o que é dito e para o imprevisto.

O percurso começa com as pioneiras de que se publica biofilmografia: Virgínia de Castro Almeida, Barbara Virgínia, Maria Emília Castelo Branco, Alice G. da C. Noronha Gamito, Maria Luísa de Bívar. Depois, seguem-se conversas com Noémia Delgado, Teresa Olga, Margarida Cordeiro, Monique Rutler, Paola Porru, Solveig Nordlund, Renée Gagnon, Manuela Serra, Margarida Gil, Rosa Coutinho Cabral, Cristina Hauser e Rita Azevedo Gomes. A cada autora se faz corresponder a respectiva filmografia e uma biografia escrita pelas próprias – a cujas datas de nascimento reportam as balizas cronológicas do título desta edição.

Pela documentação e registo da presença das mulheres no cinema e pela preservação da sua história na primeira pessoa do singular, “Cineastas Portuguesas 1874 – 1956”, torna-se uma peça incontornável na construção do puzzle em que se constitui a História do Cinema Português.


Este é o segundo de uma trilogia de registos orais dedicada ao Cinema Português, realizada entre 1999 e 2004, que se completa com Curtas-Metragens Portuguesas [conversas com…], (1999) e Animação Portuguesa [conversas com…], (2004). A par da edição desta publicação foi apresentada uma mostra retrospectiva que decorreu no Fórum Lisboa e incluiu – além de longas-metragens das realizadoras acima referidas –, curtas-metragens de Fátima Ribeiro, Jeanne Waltz, Inês Medeiros e Rita Nunes. De assinalar, a exibição do mais antigo filme português realizado por uma mulher, “Três Dias Sem Deus”, (1946), de Bárbara Vírginia, numa cópia gentilmente cedida pela Cinemateca Portuguesa/ANIM.



Preço 5,04€

À venda na Livraria Municipal
Curtas-metragens portuguesas [conversas com…]
1999
Esta publicação Curtas-metragens portuguesas [conversas com…] realizadores de curtas-metragens, acompanhou a I Mostra de Curtas-Metragens Portuguesas que decorreu no Fórum Lisboa e se manteve – organizada pela Videoteca – com periodicidade anual até 2005. Foi também coincidente com o início de um processo de disseminação e contágio da produção nacional neste formato.Ilda Castro conversou com Edgar Pêra, Fátima Ribeiro, Ivo M. Ferreira, Jeanne Waltz, João Pedro Rodrigues, José Gouveia, Júlio Alves, Pedro Caldas, Rita Nunes, Ruy Otero, Sandro Aguilar, Wilson Siqueira. Os cineastas falam dos seus filmes e do que os provocou, da política de criação cinematográfica em Portugal, das suas vidas, das suas preocupações, falam de si e das suas coisas. O livro documenta e constitui-se testemunho de uma geração de criadores e dos seus ensaios no terreno das curtas-metragens de ficção, num momento determinante desta História, no epicentro do “boom” da produção de curtas-metragens portuguesas e uns meses antes da publicação do artigo “Geração Curtas” – de Augusto Seabra –, que ficará associado a estes anos, tempos e obras.Este é o primeiro de uma trilogia de registos orais dedicada ao Cinema Português, realizada entre 1999 e 2004, que se completa com Cineastas Portuguesas 1874-1956 [conversas com…], (2000), e com Animação Portuguesa [conversas com…], (2004).


Gratuito

Disponível na sede da Videoteca Municipal
Catálogo Curtas-metragens Portuguesas IV
2002
Este catálogo inaugura nas edições da Videoteca, o convite à participação e contributo de cineastas, programadores, produtores, directores de fotografia, guionistas e compositores, participação que se traduziu em textos de ensaio e reflexão, e imagens (fotografia, ilustrações, bd´s e storyboards), em torno das curtas-metragens. Pedro Serrazina, Nuno Tudela, Tiago Guedes, Luís Fonseca, Daniel Blaufuks, Regina Pessoa, Leonardo Simões, Maria João Cruz, José Miguel Ribeiro, Vítor Joaquim, Paulo Cambraia, Miguel Seabra Lopes, Pedro Caldas, Abi Feijó, Ilda Castro, Jorge António, Edgar Pêra, Rui Poças são os convidados deste “catálogo revista número excepcional”, tal como é descrito na introdução, por Ilda Castro.
Dos filmes programados e presentes nesta edição que correspondem à produção de 2000 e 2001 destaca-se: a inclusão de filmes produzidos em vídeo; a presença do filme "Funeral"  realizado em 1992 por Jorge António; filmes realizados fora-de-portas: por Eduardo Condorcet na Alemanha, por Rita Figueiredo em Nova Iorque, por Jeanne Waltz na Suiça; e, tal como virá a ser atributo do Curtas Metragens Portuguesas também nos anos seguintes, aqui se apresentam em ante-estreia nacional um conjunto de novas obras, neste caso, de Miguel Gomes, de Eduardo Condorcet, e de António Duarte. 
Nesta IV edição tiveram ainda a sua primeira exibição em Lisboa um conjunto de filmes em 35mm e em16mm, deTiago Guedes e Francisco Serra, Vitor Moreira, Marina Graça, Paulo d´Alva, Sandra Santos, Francisco Villa-Lobos, e Arlindo Horta.


Gratuito

Disponível na sede da Videoteca Municipal
Catálogo Curtas#5
2003
"Chegámos à V edição deste projecto. Quando o iniciámos em 1999, queríamos criar em Lisboa um espaço onde as curtas-metragens portuguesas pudessem ser exibidas e onde tivéssemos a oportunidade de as ver. Na altura, a ideia fazia todo o sentido, uma vez que a ausência desse espaço era total, como total a "invisibilidade" destes filmes. Entretanto surgiram na cidade outras oportunidades e outros espaços de exibição para curtas-metragens mas (...) o "boom" de produção de curtas-metragens a que assistimos em meados dos anos noventa sofreu recentemente um impasse tal, que se tornou comum perguntar: Quantas curtas-metragens portuguesas em 2004? Estaremos a viver o declínio inesperado de mais um ciclo de produção cinematográfica nacional?" (Ilda Castro, no texto de introdução).
Na prossecução do convite ao contributo de profissionais envolvidos nas curtas-metragens portuguesas, iniciado na edição anterior, pela segunda vez a Videoteca propõe um formato de catálogo diferente, com a participação de diversos autores, em reflexões críticas e reflexões ensaísticas, em imagens fotográficas e em desenho, em intervenções escritas, gráficas e visuais. Contámos com a participação de 
António Ferreira, Sandro Aguilar,  Miguel Gomes, Isabel Rosa, Gonçalo C. Luz, Isabel Aboim, Ilda Castro, António Correia, Emídio Buchinho, Marina Graça,  Rita Nunes, Paulo D´Alva, Raquel Freire, Inês Carvalho, Elsa Bruxelas, Pedro Ramos e Leonor Castro Pinto.
Esta edição inclui ainda uma conversa inédita com António Ferreira e Dörte Schneider, realizada durante a edição de 2002, e a reposição de uma conversa com Rui Goulart (publicada em 1998 e entretanto esgotada), por ocasião da sua participação com uma curta-metragem neste V Curtas.


Gratuito

Disponível na sede da Videoteca Municipal
Catálogo 6ª Mostra de Curtas “do grão ao pixel: os materiais do cinema”
2005
Depois de um ano de interrupção a Mostra de Curtas regressou ao Fórum Lisboa. Exibiu dois anos de produção das curtas-metragens portuguesas (ficção, animação) e ao mesmo tempo dedicou-se a pensar o tema dos materiais cinematográficos: a película, o digital. Isto porque se a projecção em vídeo era esporádica na Mostra de Curtas, tornou-se imprescindível perante a explosão digital que se tinha iniciado alguns anos antes.
Essa abertura ao vídeo foi uma oportunidade imperdível para pensar o que estava (e ainda está) a acontecer a este nível. Assim, a primeira parte do catálogo junta uma série de reflexões de pessoas que têm pensado o problema (Susana Duarte, André Dias, João Garção Borges, Pedro Teles Ramos, Luís Urbano). Com elas, constrói-se uma porta de entrada para a questão, levantando algumas perguntas que o digital faz trazer ao de cima. O que é que no cinema é material, e que diferenças ocorrem quando a mão que filma mexe com grãos ou com pixéis?
Na segunda parte do catálogo as habituais fichas dos filmes estão organizadas seguindo a programação, onde a questão foi pensada pela própria confrontação entre filmes. Estes estão organizados pelos blocos: esboçar [um primeiro olhar]; transferir I [passar de um a outro]; transferir II [do amor]; aproximar [intimidade vídeo I e II]; pintar, brincar, jogar [curtas para crianças I]; provocar, cantar, voar [curtas para crianças II]; resistir I e II; estilhaçar [os destroços vistos pelo vídeo e pela película]; escurecer [o outro lado]; recordar [grão de memória]; rebobinar [review fast forward].


Esgotado

Disponíveis na sede da Videoteca Municipal
Cadernos das retrospectivas de autores portugueses
Edgar Pêra
1998

Ao longo do ano de 1998, a Videoteca Municipal organizou cinco retrospectivas dedicadas à obra de cinco cineastas portugueses: Manuel Mozos, Rui Goulart, José Álvaro Morais, Edgar Pêra e Rui Simões. Na altura, Ilda Castro conversou com quatro dos autores visitados e essas conversas, publicadas em “pequenos cadernos”, acompanharam as retrospectivas cinematográficas. Os cadernos incluem filmografia, fichas técnicas, sinopses dos filmes, e documentação fotográfica.


Foram editados quatro cadernos, cada um com uma conversa. Rui Goulart, José Álvaro Morais, Edgar Pêra e Rui Simões, são os autores presentes nestas publicações que o tempo constituiu em documentos e que testemunham um momento concreto da vida e obra de cada autor. Neles se fala da vida e obra mas também de situações do presente. Nesse sentido, são registos e fragmentos do quotidiano. Como fotografias.


Esses “pequenos cadernos” iniciam uma prática metodológica de publicação de “conversas”, que se constituem registos orais em tom informal – que a Videoteca prossegue nos anos seguintes –, registos objectivados na obra e experiência cinematográfica dos envolvidos mas sempre, privilegiando um espaço de liberdade para o que é dito e para o imprevisto.


“o mais importante é pôr as pessoas a pensar naquilo que tu estiveste a pensar durante não sei quanto tempo, pô-las a reflectir, a discutir alguma coisa e entusiasmaram-se na altura em que estão a ver.” in Konversa com Edgar Pêra



Esgotado

Disponíveis na sede da Videoteca Municipal
Cadernos das retrospectivas de autores portugueses
Rui Simões
1998

Ao longo do ano de 1998, a Videoteca Municipal organizou cinco retrospectivas dedicadas à obra de cinco cineastas portugueses: Manuel Mozos, Rui Goulart, José Álvaro Morais, Edgar Pêra e Rui Simões. Na altura, Ilda Castro conversou com quatro dos autores visitados e essas conversas, publicadas em “pequenos cadernos”, acompanharam as retrospectivas cinematográficas. Os cadernos incluem filmografia, fichas técnicas, sinopses dos filmes, e documentação fotográfica.


Foram editados quatro cadernos, cada um com uma conversa. Rui Goulart, José Álvaro Morais, Edgar Pêra e Rui Simões, são os autores presentes nestas publicações que o tempo constituiu em documentos e que testemunham um momento concreto da vida e obra de cada autor. Neles se fala da vida e obra mas também de situações do presente. Nesse sentido, são registos e fragmentos do quotidiano. Como fotografias.


Esses “pequenos cadernos” iniciam uma prática metodológica de publicação de “conversas”, que se constituem registos orais em tom informal – que a Videoteca prossegue nos anos seguintes –, registos objectivados na obra e experiência cinematográfica dos envolvidos mas sempre, privilegiando um espaço de liberdade para o que é dito e para o imprevisto.

“Tentar ter prazer na vida e ter prazer em viver, tentar equilibrar o desgaste, tentar não perder a dignidade.” in conversa com Rui Simões



Esgotado

Disponíveis na sede da Videoteca Municipal
Cadernos das retrospectivas de autores portugueses
José Álvaro Morais
1998

Ao longo do ano de 1998, a Videoteca Municipal organizou cinco retrospectivas dedicadas à obra de cinco cineastas portugueses: Manuel Mozos, Rui Goulart, José Álvaro Morais, Edgar Pêra e Rui Simões. Na altura, Ilda Castro conversou com quatro dos autores visitados e essas conversas, publicadas em “pequenos cadernos”, acompanharam as retrospectivas cinematográficas. Os cadernos incluem filmografia, fichas técnicas, sinopses dos filmes, e documentação fotográfica.


Foram editados quatro cadernos, cada um com uma conversa. Rui Goulart, José Álvaro Morais, Edgar Pêra e Rui Simões, são os autores presentes nestas publicações que o tempo constituiu em documentos e que testemunham um momento concreto da vida e obra de cada autor. Neles se fala da vida e obra mas também de situações do presente. Nesse sentido, são registos e fragmentos do quotidiano. Como fotografias.


Esses “pequenos cadernos” iniciam uma prática metodológica de publicação de “conversas”, que se constituem registos orais em tom informal – que a Videoteca prossegue nos anos seguintes –, registos objectivados na obra e experiência cinematográfica dos envolvidos mas sempre, privilegiando um espaço de liberdade para o que é dito e para o imprevisto.

“Para mim a elaboração de um filme é complicada, frustrante, odiosa e… não há nada de mais aliciante!”, in conversa com José Álvaro Morais

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